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Jogada de classe! Coluna Daniel Damasio

JOGADA DE CLASSE – DRAGÃO MANDA SINAIS DE VIDA

Publicada em 05/03/18 as 08:43h por Daniel Damásio - 196 visualizações


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Nova comissão técnica proletaria!  (Foto: Globoesporte)
Sim, o Dragão manda sinais de vida em meio aos momentos de caos dos últimos jogos. Primeiro em Tobias Barreto, com uma vitória suada contra o Amadense, e depois com um jogo fora da curva contra a Socorrense - quando saiu de uma vexatória goleada de 4x1 para uma virada espetacular em 5x4. Até o alívio, o mau desempenho acossou o Confiança junto à sua torcida, que na impaciência peculiar do futebol brasileiro, exigiu atitudes imediatas. Demitiu o desgastado Ailton Silva e foi buscar no Globo-RN as ideias e o sangue novo de Luizinho Lopes.

Há momentos em que se confirma a velha teoria de que se o futebol é como o xadrez, muda-se as peças vez em quando. Até mudar, muita bravata foi cantada de graça, principalmente em uma entrevista do diretor de futebol Ernando Rodrigues, que na tentativa de aliviar a pressão sobre o elenco, gerou a ira da torcida. E resultados como a derrota no Clássico-Maior gritaram mais que qualquer estátua. A sorte azul está no passado recente, com a estabilidade de quase dois anos com o técnico Betinho, o fomento de novos conceitos técnicos e administrativos e investimentos estruturais nunca feitos antes em 81 anos.

Luizinho deve seguir as tais pegadas, mas vem de uma trilha salutarmente aberta com o acesso à Série C. A aposta numa filosofia de trabalho e as bagagens profissionais que permitam oxigenar o futebol jogado na aldeia. E o novo técnico, não à toa, deixou os gramados para se formar treinador, e teve a sorte de um clube que teve paciência para construir um projeto de longo prazo no Globo - o que no futebol brasileiro é um ato de coragem, e foram premiados.

Mas até achar o ponto ideal, há muito trabalho ainda para se fazer. E no Confiança de agora não é diferente. Haja vista o jogo contra a Socorrense e as muitas falhas e desarrumações a serem corrigidas. Contudo, o mais importante foi demonstrado com a virada histórica: indignação, entrega e vontade de acertar. Vontade que permitiu o criticado Frontini mostrar 'aguante' para fazer um hat-trick, e Iago mostrar vigor e futebol para fazer o gol redentor.

Agora com mais calma e tempo para se organizar, ao Dragão resta a coragem da paciência, pois já mandou o recado: ainda tem muito fogo.


= TIKI-TAKA = 

EFEITO 'MINEIRATZEN'
Não é exagero afirmar que certas derrotas ensinam. A avalanche de realidade após o fiasco do 'Mineiratzen' e seus 7x1 na conta fez o Brasil do futebol voltar seus olhos e suas cabecinhas para as novas ideias - muitas delas na própria Alemanha (que pagou um mico parecido na Eurocopa de 2000 e mudou seus conceitos de futebol como todo). E a mesma avalanche arrastou velhas culturas e o simplismo das ultrapassadas cantilenas que ainda insiste roçar bocas e dedos de muitos colegas da imprensa tupiniquim e serigy.

CASCOS E CADERNOS I
O Dorense ainda tem chance com o Hexagonal, mesmo dependendo do Amadense. Basta uma vitória sua e 'O' crime do Leão tobiense contra o Lagarto. O problema é que o adversário de sábado é um Sergipe campeão da primeira fase, encaixado e com uma garotada na ponta dos cascos. Carlinhos, Da Silva, Lucas Dantas, Léo, Carlinhos, Obina. Opções não faltam ao técnico rubro Elias Borges para aproveitar os que sempre entram pedindo jogo. Nem mesmo com Ramalho e Marinho poupados, o jogo é garantia de vida fácil ao Touro, que não conseguiu fugir da sequência de empates.

CASCOS E CADERNOS II
Por um lado, o Dorense com 9 pontos, a sequencia de empates e um ataque que não acompanhou a defesa. Por outro, a vontade do Sergipe e do Lagarto, este com 11 pontos e disposto a despachar o Amadense para a A-2 e segurar a vaga, mostrando o mesmo trabalho duro que deu ao Colorado domingo último. Com esse cenário, periga o alvirrubro de Dores perder os cadernos.

O OXO BROCHOU
Oxo (leia-se Ocho), palavra cunhada pelo histórico locutor da extinta TV Tupi, o saudoso Walter Abrahão, para definir o empate sem gols. E é o que melhor traduz tanto o duelo Itabaiana x Olímpico quanto os desacertos da administração do Etelvino Mendonça e da Federação Sergipana. Primeiro por causa de um gerador, e depois, por uma regra que a própria FSF iria descumprir, em jogar meio tempo - menos mal que se corrigiu depois. O desgaste e o pobre futebol deram por minar as chances de Primeira Fase e de vaga na Série D 2019, regalados ao Sergipe.






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