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As Mulheres e o Jornalismo Esportivo

Publicada em 25/07/20 as 12:04h por Portal Web Rádio e TV União SE - 23 visualizações


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 (Foto: Portal Web Rádio e TV União SE)
Incrível como ainda em nossa sociedade  exista o preconceito no jornalismo esportivo em relação as  mulheres e outros tipos de gêneros. Em um mundo tão masculino como o futebol, para as mulheres vivenciarem e principalmente trabalharem na área sejam elas como jornalistas, atletas, comissão técnica ou simplesmente estarem nas arquibancadas para torcer pelo seu time, existe um enorme tabu.
E não é apenas de machismo já conhecido, e sim a expressão de um preconceito voltado para a forma de como a mulher é vista nesse meio como seres incapazes de opinar sobre o assunto. Não seria diferente no meio jornalistico esportivo, onde a mulher é mais exposta a situações de constrangimento público e falta de conduta de seus dirigentes, atletas e o própio publico que consome as informações. 
A jornalista Renata Cardoso Nassar em seu TCC,  trouxe a fundo o tema da inserção  das mulheres no jornalismo esportivo no Brasil, onde em uma de suas falas ela ressalta palavras como machismo, preconceito, o assédio tanto psicológico quanto sexual e moral. 
O assédio no jornalismo esportivo está no cotidiano das jornalistas e o machismo praticado pela própria imprensa, onde uma repórter sofre assédio pelos torcedores ou seu poder de fala é inibido por seus colegas de trabalho.
Sabemos que no Brasil as mulheres iniciaram no jornalismo esportivo antes da década de 70 e uma de suas pioneiras foi a Maria Helena Rangel repórter que escreveu sobre o vôlei e o basquete para a gazeta esportiva na década de 1940.  A fotojornalista Mary Zilda Grasia Sereno, teve sua foto publicada em um jornal em 1934 retratando a comemoração de uma freira italiana durante a copa do mundo e com isso, abriu um novo mundo para as mulheres também no que se diz respeito ao trabalho feminino no esporte. Destacamos também Luciana Marino e Vivi Falconi, as primeiras narradoras  contratadas para esse cargo no Brasil.  
O que tem de comum entre essas mulheres é a força e o desejo de levar o seu conhecimento a público através do jornalismo e da imprensa, mas o quê muito acontece e vemos no cotidiano é o preconceito para sua forma de se expressar pelo fato de ser mulher. Onde são questionadas se são capazes de realizar a mesma tarefa antes apenas realizada por homens.
 Atualmente existem muitas mulheres atuantes no meio do esporte mas sabemos que ainda tem muito a ser conquistado, principalmente na forma de como somos vistas e por nossos colegas de trabalho. Para isso, deixamos de lado a desconfiança da capacidade feminina mostrando um trabalho com máxima excelência,. Pois não existe só futebol,  temos que ampliar a visão do que é o esporte e jornalismo esportivo, só assim podemos ganhar mais visibilidade e abrir novos caminhos para futuras cronistas.



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1 comentários


Júlia Gomes

26/07/2020 - 03:19:00

Olá, parabéns pela matéria. Sou jornalista aqui na cidade de São Paulo e sinto na pele muito bem isso. Já tentei trabalhar dentro do campo mas, felizmente por diversas vezes fui humilhada até mesmo por meus próprios colegas de trabalho. O me levou a desistir da área esportiva.


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